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Encontrada prova de crucificação do Império Romano na Inglaterra

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  Um esqueleto encontrado no condado inglês de Cambridgeshire pode ser a melhor evidência já encontrada de crucificação no Império Romano. Os pesquisadores encontraram um prego fixado através do osso do calcanhar do corpo após levá-lo para análise laboratorial. De acordo com os especialistas, o homem teria entre 25 e 35 anos à época da morte e foi enterrado com os braços cruzados sobre o peito em uma estrutura de madeira dentro de um cemitério. O esqueleto data de até aproximadamente 1,9 mil anos atrás. O estudo que relata a descoberta foi publicado na revista científica  British Archaeology . Segundo os pesquisadores, encontrar pregos usados na crucificação podem ser bastante raros, já que muitas das vítimas que morreram em decorrência dessa punição não foram adequadamente enterradas (isso porque, em sua maioria, essas pessoas pertenciam às classes mais baixas da sociedade). Além disso, parte das crucificações era feita com cordas, e não com pregos. O homem era um de 48 indiv...

O 31 de Janeiro e a inspiração na Revolução de 1820

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  Importa assim detetar o significado que a Revolta de 1891 teve para o Porto e avaliar o património que a mesma legou a Portugal. No que diz respeito à cidade, apesar de Oliveira Martins, Basílio Teles, Sampaio Bruno, Alves da Veiga, António Claro e Teófilo Braga pensarem que a revolução só poderia sair do Porto, a verdade é que o 31 de Janeiro encerra o ciclo revolucionário do Porto oitocentista, ou melhor, da burguesia oitocentista portuense. Diríamos até que essa revolta esgota as potencialidades revolucionárias do Porto. Tal não impediu que a data de 31 de janeiro de 1891 depressa fosse incorporada no imaginário coletivo da cidade do Porto como um símbolo de liberdade. Durante o Estado Novo, é sob a tutela desse facto histórico que os democratas vão reavivar a oposição ao regime, reivindicando, novamente, a República democrática, que veio a ser instaurada a 25 de abril de 1974. No plano nacional, importa referir que a Revolta do Porto, em primeiro lugar, mostrou aos republican...

1 de Dezembro de 1640

 Restauração da Independência Nacional, depois de 60 anos sob o domínio Filipino (Espanhol) Pequeno vídeo feito pelos alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico.

Primeira médica portuguesa foi em 1889, primeira presidente talvez no século XXI

 Chamava-se Elisa Andrade a pioneira.E viriam mais duas outras médicas a caminho, neste caso ambas do Porto. Várias outras mulheres médicas se formariam nos anos seguintes, as duas décadas finais da monarquia. Uma delas foi Carolina Beatriz Ângelo, que em 1911 entrou para a história como a primeira mulher a votar em Portugal. Seria também durante bastante tempo a única, pois a república apressou-se a esclarecer a lei eleitoral mas no sentido restritivo, recusando o direito de voto até às mulheres que podiam invocar ser chefe de família, como Beatriz Ângelo, que era viúva e tinha de sustentar uma filha. Há quem especule que os chefes republicanos, embora progressistas, temiam que as mulheres fossem um reservatório de votos para eventuais partidos feitos com a Igreja Católica.    

Portugal recorda vítimas do Holocausto nos 75 anos da libertação de Auschwitz-Birkenau

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"Neste dia evocamos todas as vítimas do Holocausto e da ideologia nazi. Relembramos não apenas as vidas dos milhões de judeus, mas as de todos aqueles que, pelas suas origens, crenças, orientação sexual, condições físicas e opções políticas foram perseguidos, e os milhões de prisioneiros de guerra mortos pela fome, pela doença, pelo trabalho forçado", lê-se na nota do MNE. De acordo com o comunicado, o Governo português também homenageia a memória de todos aqueles que tiveram "a coragem de escolher fazer o que estava certo, independentemente das consequências". "Entre nós, figuram Aristides de Sousa Mendes e os também diplomatas Carlos Garrido Sampaio e Alberto Teixeira Branquinho e o Padre Joaquim Carreira", destaca o documento. Segundo a nota do MNE, manter viva a memória do Holocausto, defendendo os valores da nossa sociedade democrática, liberal e inclusiva, é fundamental para que não se esqueçam os perigos que advêm da intolerância, do ódio, da...

Guerra Colonial. "É esta a última carta que te escrevo de Angola"

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As milhares de cartas escritas entre os ex-combatentes que estiveram nas províncias ultramarinas e os familiares e amigos já podem ser lidas, 45 anos após o fim do conflito. A memória da Guerra Colonial portuguesa (1961 a 1974) tem sido em grande medida "privada", "difícil de constituir" e as "comemorações oficiais olhadas com desconfiança". Esta é a realidade que suporta uma das mais recentes investigações sobre a Guerra Colonial, publicada sob o título  Sinais de Vida - Cartas da Guerra 1961-1974,  e que tem como base a análise da correspondência que os militares enviavam ou recebiam durante o conflito.